“Tribunal Constitucional pode empurrar medida”

A medida provisória imposta pelo Tribunal Constitucional termina hoje. Desde 5 de Setembro, esta iniciativa suspendeu todas as acções e decisões dos deputados da Assembleia do Kosovo, incluindo os procedimentos para a constituição do governo. Diante disso, Gzim Shala, do Instituto Kosovar de Justiça, diz que há momentos em que se decide [...]
Desde 5 de Setembro, esta iniciativa suspendeu todas as acções e decisões dos deputados da Assembleia do Kosovo, incluindo os procedimentos para a constituição do governo.
Diante disso, Gzim Shala, do Instituto Kosovar de Justiça, diz que há casos em que se decide tomar uma decisão para atrasar o prazo da medida provisória.
Tendo em conta o facto de o Tribunal Constitucional ter fixado este prazo, espera-se hoje que o Tribunal Constitucional tome uma decisão de mérito. No entanto, com base na prática anterior do Tribunal Constitucional, há até casos em que uma nova decisão de adiar o prazo da medida provisória foi decidida a ser adotada, diz Shala.
Além disso, de acordo com Shala, a assembléia não poderia ser considerada constitucional sem a eleição de todos os governantes adjuntos da assembléia.
Shala ainda diz que o processo de seleção dos vice-presidentes da assembleia das fileiras de não-maiores comunidades era contrário à Constituição.
Quanto à constitucionalização da assembleia, o IKD declarou repetidamente que a assembleia não pode ser considerada descontinuada na ausência de selecionar todos os vice-presidentes da assembleia. De facto, como já afirmámos previamente, o processo de selecção dos vice-presidentes do Parlamento de entre as não-comunidades foi contrário à Constituição, que exige que os vice-presidentes da assembleia das fileiras das comunidades sejam votados em pacotes, diz Shala for Index.
O Tribunal Constitucional, então, teria que ordenar um voto repetido para vice-presidentes das fileiras das comunidades não majoritárias, incumbindo que houvesse um voto no pacote para ambos os vice-presidentes da assembleia das comunidades não majoritárias, diz Shala do IKD.
Shala diz que só após a eleição de todos os deputados da assembleia através de procedimentos constitucionais regulares pode-se considerar que a Assembleia foi constitucionalizada, para preparar o caminho para a formação de instituições.
Na medida em que o tribunal respeita o veredito, Shala diz que o não cumprimento de um Tribunal Constitucional justiça representa o não cumprimento da Constituição.
Por conseguinte, os partidos políticos devem abster-se de qualquer acção que represente a não execução da justiça do Tribunal Constitucional. Neste caso, salientamos também a importância de não sabotar a implementação do viés do Tribunal Constitucional através da ação política. Em relação a esse viés, os partidos políticos devem agir com sinceridade e confiança para sair da crise institucional, acrescenta Shala no final.
A lista sérvia queixou-se ao constitucional para a mudança pelo novo chefe da assembleia, Dimal Basha, que mais tarde declararia a legislatura constitucional, apesar da minoria sérvia não-eleição do vice-líder. /Periscópio/












