Presidente palestino nega participação na Assembleia Geral da ONU

A questão da cidadania palestiniana deverá dominar a Assembleia Geral da ONU esta semana, mas o Departamento de Estado dos EUA bloqueou a participação de funcionários palestinianos. O Presidente palestiniano Mahmoud Abbas e 80 outros funcionários foram rejeitados ou recusados vistos americanos pelo Departamento de Estado no final do mês passado. Secretário de Estado [...]
O Presidente palestiniano Mahmoud Abbas e 80 outros funcionários foram rejeitados ou recusados vistos americanos pelo Departamento de Estado no final do mês passado.
O Secretário de Estado Marco Rubio acusou-os de “estabelecer perspectivas de paz” e de procurar “o reconhecimento unilateral de um suposto Estado palestino”.
A decisão realça a distância entre os EUA e alguns dos seus aliados, que recentemente reconheceram oficialmente a cidadania palestiniana ou anunciaram a sua intenção de o fazer.
Foi um movimento incomum dos EUA, pois o país geralmente é esperado para facilitar a viagem a oficiais de todas as nações que desejam visitar a sede da ONU em Nova York.
O escritório de Abbasi na época disse que a decisão “é claramente contrária ao direito internacional”. Entretanto, Israel congratulou-se com esta acção.
Não está claro se a decisão dos EUA está de acordo com o Acordo da ONU See, que diz que a participação de funcionários estrangeiros na ONU não deve ser prejudicada “apesar das relações” entre seus respectivos governos e os EUA.
Desde então, a ONU votou para permitir que Abbas falasse virtualmente da reunião anual de líderes mundiais via vídeo. /Periscópio












