Haradinaj espera que antigos líderes do KLA voltem ao Kosovo

O Presidente da Aliança para o Futuro do Kosovo, Ramush Haradinaj, até ter esperado que os antigos líderes do KLA fossem absolvidos das acusações que lhe foram apresentadas pelo Tribunal Especial de Haia, declarou que, durante a guerra, só serviram o seu país e o seu povo. Haradinaj durante o evento de campanha da Aliança para o Futuro. [...]
Haradinaj, durante o evento da campanha da Aliança para o Futuro do Kosovo em Fushe Kosovo, disse que tudo o que tem sido feito em tempo de guerra vai ser feito para o Kosovo livre.
Ouça estas declarações e propostas que eles estão fazendo lá em processos judiciais, eles estão longe e queremos libertar aqueles que estão sendo julgados, eles são nossos companheiros lutadores, eles são Albaneses. Venha para o seu lugar. Curiosamente, no entanto, lá na forma como você está dizendo, acreditar que nada é extraordinário. Estávamos, nessa altura, a servir o país. Então era esse tempo e tinha que ser trabalhado dessa forma, mas mesmo neste momento, estamos tentando fazer as coisas com visão que mesmo após 20 ou 30 anos, quando explicamos esses processos, temos servido o país. Servimos o povo. Mesmo naquela época houve críticas, então não fomos entendidos, mesmo na época, mesmo essas etapas de governo às vezes quando eu era o chefe de governo, não é tudo que glorifica as pessoas. Sou elogiado pelo exército, pelo Trepca, mas houve pessoas que me pegaram em um grande movimento, ou apreciaram que não era necessário, mas eles fazem parte do processo que fazemos com aliados e parceiros, mas ao mesmo tempo tudo isso vai provar que fizemos pelo povo do país.
James Rubin, que durante a guerra no Kosovo foi secretário de Estado adjunto, testemunhou hoje no caso de Hashim Thaci e de outros antigos líderes do KLA em Haia.
Entre outras coisas, ele disse que em 1999 ele entendeu a comunicação de Ramush Haradinaj com a CIA, acrescentando que “esta comunicação tinha sido executada entre os anos”.
Hashim Thaci, Kadri Veselini, Jakup Krasniqi e Rexhep Selimi são acusados de alegados crimes de guerra. Eles estão em custódia desde novembro de 2020. /Periscópio/












