Artificial - inteligência Drons entrar em batalha a primeira Ucrânia do mundo para enviá-los para a guerra

Em um desenvolvimento tecnológico e militar significativo, a Ucrânia entrou na história como o primeiro país a usar regularmente bandos de drones equipados com inteligência artificial (IA) no campo de batalha. Esta tecnologia avançada está sendo usada para aumentar a eficácia e eficiência das operações militares nas linhas de frente, escreve thewallstream. Em [...]
Esta tecnologia avançada está sendo usada para aumentar a eficácia e eficiência das operações militares nas linhas de frente, escreve a linha de frente. O Wallestreturl.
O centro desta inovação reside no software “Swarmer”, desenvolvido por um pólo ucraniano que permite que drones voem de forma coordenada, se comuniquem entre eles em tempo real e tomem decisões independentes sobre a tática de ataque.
Drons são equipados com algoritmos de inteligência artificial que lhes permitem analisar a situação e decidir por si mesmos quando e como interferir com o alvo.
Um oficial do exército ucraniano descreveu o funcionamento desta tecnologia de uma forma simples, mas significativa “Você define o alvo e os medos fazem o resto”.
Isto significa que a intervenção humana é mínima, enquanto a tomada de decisão automática permite que as forças armadas reajam mais rapidamente e com menos perigo para o pessoal.
De acordo com dados oficiais, esta tecnologia tem sido usada em mais de 100 missões até agora. Na maioria dos casos, bandos de entre 3 e 8 medos têm sido usados para realizar golpes precisos contra alvos inimigos.
No entanto, a tecnologia está em constante desenvolvimento, e relatórios recentes mostram que uma série de mais de 100 drones está atualmente na fase de teste de um grande passo para automação em larga escala de combates modernos.
Esta nova abordagem à guerra com medo marca uma nova era no campo da tecnologia militar, onde pela primeira vez vemos a implementação prática e organizada da inteligência artificial em um conflito de grande porte.
Ao mesmo tempo, este desenvolvimento levanta também sérias questões éticas e estratégicas sobre o futuro da guerra, onde as decisões de vida e morte se movem cada vez mais para as mãos dos automóveis.












