Reunião Trump-Putin, Bislimi adverte: Kosovo deve fortalecer laços institucionais com os EUA

A antiga delegação do LDK, Faton Bislimi, que atualmente vive e trabalha nos Estados Unidos da América, comentou sobre o esperado encontro entre Donald Trump e Vladimir Putin no Alasca. Em um post no Facebook, Bislimi ressalta que a cúpula não é apenas um encontro entre dois líderes, mas um sinal para a reformulação da ordem internacional. [...]
A antiga delegação do LDK, Faton Bislimi, que atualmente vive e trabalha nos Estados Unidos da América, comentou sobre o esperado encontro entre Donald Trump e Vladimir Putin no Alasca.
Em um post no Facebook, Bislimi ressalta que a cúpula não é apenas um encontro entre dois líderes, mas um sinal para a reformulação da ordem internacional. Ele acrescenta que a Rússia tem como alvo um mundo multipolar, onde os EUA não têm a palavra final, enquanto Trump mostra uma abordagem mais pessoal e de transação aos aliados.
Bislimi adverte que uma abordagem isolante dos EUA poderia deixar países menores como o Kosovo expostos a influências russo-sérvias. Salienta a importância de reforçar os laços institucionais com a América, não apenas emocionais, através de compromissos concretos e reformas internas.
Datas como aquela entre Trump e Putin nos lembram de uma coisa que as pequenas nações não têm o luxo de não agir. Nosso futuro não virá esperando, mas agindo sabiamente, hoje!”, escreve Bislim.
A antiga delegação do LDK, Faton Bislimi, que atualmente vive e trabalha nos Estados Unidos da América, comentou sobre o esperado encontro entre Donald Trump e Vladimir Putin no Alasca.
Em um post no Facebook, Bislimi ressalta que a cúpula não é apenas um encontro entre dois líderes, mas um sinal para a reformulação da ordem internacional. Ele acrescenta que a Rússia tem como alvo um mundo multipolar, onde os EUA não têm a palavra final, enquanto Trump mostra uma abordagem mais pessoal e de transação aos aliados.
Bislimi adverte que uma abordagem isolante dos EUA poderia deixar países menores como o Kosovo expostos a influências russo-sérvias. Salienta a importância de reforçar os laços institucionais com a América, não apenas emocionais, através de compromissos concretos e reformas internas.
Datas como aquela entre Trump e Putin nos lembram de uma coisa que as pequenas nações não têm o luxo de não agir. Nosso futuro não virá esperando, mas agindo sabiamente, hoje!”, escreve Bislim.












