Repórter deixa de trabalhar na Reuters, diz agência de notícias está servindo propaganda israelense

Após oito anos de trabalho na Reuters, a jornalista Valerie Zink anunciou que está deixando a agência de notícias, nomeando o relacionamento impossível de continuar devido ao papel da Reuters em apoiar a Narrativa justificando os assassinatos sistemáticos de jornalistas em Gaza. Zink destaca especialmente o caso de Anas Al-Sharif, jornalista da Al Jazeera, [...]
Zink destaca especialmente o caso de Anas Al-Sharif, jornalista de Al Jazeera, que foi morto em 10 de agosto durante um ataque à cidade de Gaza, e para o qual a Reuters publicou as alegações infundadas de Israel de que ele era um agente do Hamas.
Segundo ela, esta é uma das muitas mentiras que a mídia ocidental, incluindo a Reuters, têm servido propaganda israelense.
Em outro ataque, na manhã de quarta-feira, cinco jornalistas, incluindo o cameraman da Reuters Hossam Al-Masri, foram mortos no ataque ao hospital Nasser, conhecido como um “Douable tap@x1>, onde Israel atinge primeiro um alvo civil e depois novamente quando equipes de resgate chegam e jornalistas.
Zink culpa a mídia ocidental por criar as condições que permitem esses crimes, citando a crítica de Jeremy Scahil sobre seu papel como <x0).
Destaca que mais jornalistas foram mortos em uma pequena área do que em várias guerras mundiais juntos nos últimos dois anos.
Através desta decisão, Valerie Zink procura honrar a coragem e o sacrifício dos jornalistas em Gaza e continuar a contribuir com um espírito mais claro e ético no futuro. /Telegrafia/ Periscópio.












